27 fevereiro 2013

Capitulos 24 - imagine belieber



"Se eu pudesse simplesmente morrer em seus braços, eu não me importaria" Justin Bieber


Justin P.O.V
O dia havia amanhecido, acordei com a Barbara passando os dedos sobre o meu abdomem, eu segurava ela forte como se a qualquer momento alguém pudesse tira-la dos meus braços.
-Bom Dias amor – sorri esfregando os olhos.
-Bom dia namorado perfeito – ela sorria, era como se eu tivesse um anjo, bem ali na minha frente.
-Dormiu bem princesa? – sorri acariciando a cintura nua dela.
-Mas é claro – ela sorriu maliciosamente – depois de ontem... – ela mordeu o lábio – e você?
-Não sei, eu estava dormindo – comecei a gargalhare ela batia no meu peitoral – para amor, vem me dizer que não foi engraçado? – eu gargalhava, segurei os pulsos dela e a fiquei olhando serio.
-Idiota – ela se levantou da cama, pegou uma blusa minha e foi em direção ao banheiro batendo os pés.
-Gostosa – eu disse olhando a bunda dela enquanto andava.
Sorri e ouvi o barulho do chuveiro, olhei para o teto sorrindo, ela ficava engraçada com raiva, fechava a cara e batia os pés que nem uma criança.
Comecei a me lembrar de quando nos conhecemos, de tanta coisa que tivemos que enfrentar para chegar até aqui.
Era hilário lembrar da bêbada do corpo perfeito do bar, era incrível o jeito que eu a olhava  e a desejava com um simples olhar, a contade que eu tinha de protege-la so olhando para os olhos azuis que mexiam com o meu consciente e o subconciente, eu era um doido desesperado que necessitava do corpo dela ou de um simples “oi, meu nome é Barbara”.
Eu tenho certeza de que se colocassem o Justin não apaixonado para ver um filme durante o que aconteceu na minha vida depois que eu vi a Barbara, com certeza ele iria dizer “que menino gay, que idiota, ele tem tudo o que quer, ele tem o dinheiro, o respeito de metade da California, tem amigos e tem a gostosa que quiser toda noite, por que diabos ele esta chorando e fazendo esse bando de viadagens? E isso tudo por causa de uma menina?” tenho certeza que ele falaria isso, mas pensaria que era uma boa historia de amor, que ele queria viver, mas não tinha muita esperança de conseguir, ele sabia que so dependia dele, so dependia dele voltar para o Canadá e pedir desculpas para a Caitlin e lutar por ela, mas ele não tinha coragem, não tinha esperanças de mais nada na vida dele, que talvez a viadagem toda que o Justin do filme fez seja certo e talvez a tal da Barbara seja a esperança que ele nunca teve de viver.
-Justin, pega a minha toalha para mim? – ela gritou me tirando dos meus pensamentos.
-Mas amor ela fica ai dentro – me levantei e vi a toalha jogada na cadeira.
-É so que ontem eu deixei ela ai – dava para ouvir o riso dela dali, também sorri e peguei a toalha.
Abri a porta sem bater e me deparei com o corpo perfeito que agora era somente meu, o corpo que me deixava doido so de imaginar. Eu não costumava ficar sem reação quando via aquele corpo, mas de vez enquando eu simplesmente não conseguia falar, eu não conseguia fazer nada, meu coração simplesmete acelerava e meu corpo se descontrolava.
-Minha nossa minha namorada é muito gostosa – sorri e ela se virou para a parede, tampando o corpo molhado, quer dizer, tentando por que a bunda dela estava bem a vista.
-Deixa a toalha ao e sai, que vergonha – ela olhou para trás.
Deixei a toalha em cima do Box e fui escovar os dentesm sem conseguir tirar os olhos dela.
-Justin sai – ela me olhou com raiva enrolando a toalha no corpo – por favor e eu to com raiva de vc – ela disse enburrada, me virei para a pia sem conseguir falar, eu ficava assim toda vez que a via nua.
Terminei de escovar os dentes, ainda tentando descobrir como falar, me virei e ela estava encostada na parede do banheiro com um sorriso malicioso, com uma cara provocativa que me fez sorrir como ela.
-Ficou sem reação de novo? – ela disse me provocando – amor sabia que a sua bunda sem a cueca é mais bonita? – ela foi se aproximando de mim assim como eu.
Já podia sentir meu coração acelerando e correntes elétricas passando pelo o meu corpo.
Ela botou os braços sobre o meu pescoço e eu coloquei as mãos em sua cintura, sorrindo, ela fazia o mesmo.
Os cabelos molhados dela estavam bagunçados divididos entre um lado e outro, ela estava tão perto de mim que podia sentir o hálito da pasta de dente dela, podia ouvir o coração acelerado dela e sentir o cabelo molhado que caia sobre o seu belo corpo, encostando no meu peitoral.
-Se eu existir alguém que consegue me provocar assim, por favor, me avisa que eu não chego perto – consegui sussurar para ela, continuei sorrindo, abaixei a minha cabeça e comecei a beijar o pescoço dela, ela começou a respirar pesado e puxava meu cabelo de leve.
-Justin agente tem que tomar café – falou pausadamente quase que sem voz e aquilo me deixava mais louco ainda.
Continuei beijando o pescoço dela e ela se agarrava mas ainda bem mim, ela suspirava pesado.Já estava soltando a toalha do corpo dela quando ela me afastou com a respiração ofegante.
-Serio agente precisa controlar isso – falou sem fôlego.
Sorri e fiquei pensando : eu nunca conseguiria me controlar quando ela estivesse relacionada porque eu simplesmente não era forte o bastante para isso , meu vício por ela era maior que a vontade de ter controle. Eu tinha me viciado não só no amor dela mas sim no corpo dela , desde os fios de cabelo até a ponta dos pés , porque tudo nela me fazia estremecer.

Abracei e a beijei de leve , ela sorriu e me empurrou.

-Eu ainda to com raiva.- Falou cruzando os braços

- Oque eu fiz ? - perguntei rindo

-Cortou o romance , eu fui tentar ser romântica e você acabou com isso, seu idiota.

-Você pode ser romântica agora , se quiser. - Falei com cara maliciosa

-Você só pensa nisso ?

- A maior parte do tempo - falei rindo mais ainda.

-Sai daqui e faz logo meu café.-Falou me tirando do quarto

-Sim senhora - fui para a cozinha com aquele sorriso bobo , por que era tão difícil ficar com raiva dela , resistir a ela ou qualquer coisa relacionada a ela ? Mordi o lábio pensando na noite de ontem quando nós dois chegamos e ela nem sequer esperou, ela simplesmente começou a me beijar de um jeito intenso como eu nunca tinha visto antes, do jeito que ela me olhava. Os arrepios voltaram, fechei os olhos e respirei fundo .

Coloquei as tigelas de cereal na mesa e peguei duas torradas , me sentei e ela desceu as escadas.

- To morrendo de fome- falou se sentando e devorando as torradas.

- Pensei que você ia me agradecer - fiz cara de pidão e roubei a torrada da mão dela.

- Obrigada, agora devolve minha torrada , idiota .

- Me beija primeiro - fiz biquinho

- Claro que não eu ainda continuo com raiva de você , ou seja, sem beijos até o último dia da sua vida.

Fiz cara de deboche e mordi o lábio.

-Como se você fosse conseguir … - Falei bem perto da boca dela, ela me empurrou e continuou comendo como se nada tivesse acontecido.

-Sabe , a Alison não tirava o olho de você na festa.- Falou

-Quem é a Alison.

-A menina que quer todos o que eu namoro .
-Ela quer e ja conseguiu pegar algum? - olhei para ela de canto enquanto comia um pedaço de torrada. 
-Não que eu saiba. Por que ? Tá interessado nela ? 
-Mas é claro que nao, EU TE AMO - gritei dando beijos no rosto todo dela - e que ver vc com raiva é engraçado - sorri e fiquei abraçado a ela sentada , com a cabeça apoiada no ombro dela olhando para o rosto dela.
Ficar ali estava mais confortável que ficar na minha cama, serio. 
- Você esqueceu que eu to com raiva ? - falou erguendo a sobrancelha 
-vc me ama - mordi o labio ainda deitado em seu ombro - vc nao ta com raiva de mim, vc finge muito bem, mas eu sei - mordi o pescoço dela e senti ela estremecer, sorri
Ela tentou se levantar mas a puxei de volta e mordi o lábio dela.
- Você é um idiota- ela falou ofegante 
-Sabia que toda vez que vc fala que eu sou um idiota eu sinto seu coraçao acelerar e interpreto como um eu te amo?? - disse com a minha respiraçao ofegante - mordi o labio e a pressionei mais para perto de mim, abraçava ela forte e mordi o labio inferior dela, ela fechou os olhos e sorriu maliciosamente. 
-Você é um bom entendedor- falou entrelaçando os braços no meu pescoço. - Você é até inteligente para um idiota- falou acariciando minha nuca 
-Entendedor? - sorri olhando para ela, sentindo meu coraçao acelerar e meu corpo começar a reagir as provocaçoes dela - eu sei que sou sexy.- eu nao.conseguia parar de morder aquele labio. 
-Sexy ?- Pergunto erguendo a sobrancelha e passando a mão no meu abdômen- Só um pouquinho… bem pouquinho. - Ela começou a beijar meu pescoço 
-So um pouco? - disse com a voz rouca, como um gemido, com a cabeça para cima com os olhos fechados, so sentindo os labios doces dela beijarem o meu pescoço - se eu nao fosse sexy… - segurei o gemido, ela ia se gabar se eu.o fizesse - vc nao estaria passando a mao sobre o meu abdomem - respirei.ofegante 
Ela não me respondeu só continuou beijando meus pescoço e alisando meu abdômen.
-Eu tinha que tá estudando, amanhã eu tenho uma prova.- Ela sussurrou no meu ouvido.- Acho que eu vou estudar.
Ela queria me provocar, queria que eu implorasse pra ela continuar .
Suspirava forte, como se respirar fosse um sacrificio, mas eu nao queria respirar, so sentir o prazer de ter o corpo da mulher que eu amo.
-Vc nao vai estudar - gemi, pronto ela iria me zoar pelo o resto da vida - vc nao vai, eu te ensino - precionei ela sobre o meu.corpo, coloquei ela em cima da mesa, ela agiu como se agente nao tivese se movido, continuou baijando o meu pescoço, eu olhava para cima ainda com os olhos fechados.
Enfiei a mao em sua blusa e fiquei passando a mão pelas as suas costas, subindo o seu vestido e pasando a mao pelo o seu corpo.
Meu coraçao acelerava e eu podia sentir, suspirava e a apertava, tinha certeza que tinha feito ela ficar vermelha e talvez,ate feitos hematomas. 
-Talvez eu queira que você me ensine- ela falou olhando nos meus olhos e depois encarando meus lábios. Ela colocou a mão na minha nuca e me beijou , ela apertava forte a minha pele e eu apertava o corpo dela mais ainda, eu não queria parar por mais que eu precisasse de ar eu não conseguia parar , passei as pernas dela na minha cintura.
-Eu te amo - ela falou abafando o beijo e logo em seguida me beijando novamente.
-Eu te amo muito- falei apertando as coxas dela, ela sorriu e a tirei de cima da mesa e carregando ela no colo. 
Ela sorria, nao aquele sorriso malicioso que ela estava dando ontem, mas um sorriso de gratidao, de amor, um sorriso perfeito que eu via todos os dias e eu nao me cansava dele, nunca me cansaria.
Coloquei ela no sofá delicadamente sorrindo, ela olhou para as minhas pernas sorrindo, sentada no sofa, sabia do que ela estava rindo, ate pq era visivel demais, ja que so estava de cueca.
Eu sorria junto com ela, mordendo o labio, ela me deixava doido com aqueles grandes olhos azuis.
Tirei o vestido dela delicadamente e subi em cima dela.
-Pode deixar que eu te ensino melhor que a sua professora - mordi o labio beijando a barriga dela. 
-Garanto que ensina- ela falou pausadamente e eu sorri.
Fui subindo os beijos até chegar no pescoço dela, ela me afastou olhando com uma cara irritada, e beijou meus lábios, desabotoei o sutiã dela e ela foi tirando a minha cueca devagar.
Já ia tirar a calcinha dela quando de repente alguém abriu a porta.
-POLÍCIA DA CALIFÓRNIA- o policial gritou, joguei uma almofada para a Barbara e ela cobriu os seios com vergonha.
-QUE PORRA TÁ ACONTECENDO AQUI ?! - Perguntei irritado.
-Fizeram uma denúncia contra você e nós temos um mandado pra revistar sua casa. Se a gente achar qualquer coisa errada, você tá preso, falou o policial sacando a arma. 
Coloquei a mao na cabeça com raiva, respirei fundo olhando para o chao.
-Quem foi o desgraçado que teve o escrupulo de mentir assim?? - me sentei no sofa ao lado da Barbara olhando para o chao.
Olhei para o lado e a Barbara estava terminando de colocar o vestido. Ela olhou para mim e me abraçou.
-Pode revistar a porra da casa - falei alto olhando para o policial que estava com a arma apontada para mim, ele ainda nao tinha percebido que eu nao ia fazer nada? Gente burra, e incrivel - anda logo, vai ficar olhando para mim ou vc vai revistar a porra da casa que por um acaso vc nao tem motivo de revistar? - me levantei nervoso e a Barbara segurou a minha mao me levando para mais longe deles.
A sorte e que ontem o Logan levou o carregamento.para Mississipi ontem a tarde, pq se nao eu tava fudido.
Uns dois ou quatro polociais começaram e um ficou me olhando se achando so pq foi encarregadi de vir, gente de merda, estragaram o momento, estragaram a merda toda, agente tava no clima.
-Que foi? - gritei dando um passo para frente, a Barbara me abraçou outra ainda calada e eu retribui o abraço, me acalmou muito aquele abraço. 
-Pq ela vai junto? - olhei sem entender, a arma era minha, ela nao tinha nada a ver com isso.
Mas que droga, eu sou um merda mesmo, nao presto para ficar com um anjo, eu quero ela protegida, fora desse mundo que eu vivo, eu sentia raiva de mim mesmo por ela ter que ver tudo aquilo, mas agora ela tinha que ver? Eu odeio aquilo, odeio aquele policial e odeio o filho de uma puta que me denunciou.
-Ela vai junto e pronto, eu to mandando, eu sou a autoridade na porra dessa casa, vc ta fudido e eu mando, entendeu princesa? - ela disse ironico colocando a mão na minha cara toda vez que ele falava a palavra "eu".
-Ela não tem nada a ver com isso - disse com raiva, todos os musculos do meu corpo estavam lutando para não dar um soco na cara desse idiota, só nao fazia isso pq a Barbara estava bem ali.
-Se ela não tem nada a ver, deixa ela vim.- Acariciou o rosto dela- Vem gatinha.
-Solta ela !- Gritei. Aquilo era inaceitável, podiam me humilhar, me bater, destruir minha casa, mas não mexer com ela ou tocar nela.
-Calma ai princesa- falou o policial rindo
-Deixa ela em paz - gritei, senti meu rosto ficar quente, a adrenalina passando pelo o meu corpo, a vontade que eu tinha de ver aquele miserável policial deitado no chão sangrando pedindo por misericórdia era tanta, mas eu não faria aquilo, eu tinha que me acalmar, se não a situação toda ficaria muito pior.
-Não toca em dedo nela, você ta me ouvindo? Ou é surdo? - disse com raiva, colocando a Barbara atrás de mim.
Os filhos de uma puta começaram a rir, como se fosse engraçado ver a raiva dos outros, esses miseráveis a cada hora que passava me davam a certeza que abusavam de meninas inocentes, eles seriam pessoas que eu teria o prazer de matar.
-Olha que bonitinho - o mais alto sorriu, ele parecia um velho batedor de punheta - mas vocês tem que vim comigo, Romeu e Julieta - ele disse debochado -Vem logo .- ele prendeu as algemas e nos empurrou até uma viatura.
-Vai ficar tudo bem .- Barbara cochichou e acariciou meu rosto.
-Me perdoa.- Falei sem encará-la.
-Não precisa se desculpar.Eu vou ligar pra um advogado, o melhor da Califórnia e ai nós vamos sair daqui.
-Já não basta eu te humilhar assim e você ainda quer pagar advogado? É obvio que eu não vou deixar.-Falei irritado.
-Calma .
-Barbara, não me pede pra ficar calmo, quando a gente chegar na delegacia, eles vão te liberar e você vai pra casa, não vai se meter nisso!-Quase gritei, eu estava com raiva de mim mesmo, raiva não, ódio. 
-Amor calma por favor - eles me jogaram para dentro da viatura e logo em seguida ela tambem.
Eu estava com raiva, minhas mãos estavam doendo e isso so fazia a minha raiva aumentar a cada segundo, meus pulsos estavam doendo, mas meu coração tambem estava, eu nunca quis que ela passasse por isso.
-Como vc acha que eu vou ter calma? - suspirei e naquele momento eu queria somente colocar a mão no rosto dela, sentir o rosto de anjo que tanto me acalmava.
-Calma, agente vai sair de lá, fica calmo amor, isso é uma injustiça, vc nao fez nada - ela disse olhando para frente e foi ai que eu entendi tudo, eu tinha que me acalmar, para nao parecer culpado.
Chegamos na delegacia e eu fiquei sentado, ainda algemado esperando o delegado me chamar.
-Como não acharam mais nada, pelo oque eu estudei, você só vai ficar um dia preso e pode sair quando pagar a fiança.-Falou a Barbara tentando me acalmar - É porte ilegal de armas, não é como se você tivesse matado alguém ou eles tivessem encontrado drogas, você sai amanhã.
-Me perdoa.- Falei suspirando.
-Por que ?- Ela levantou a sobrancelha
-Por ter te submetido a esse tipo de situação, me perdoa eu tentei dar o meu melhor pra te proteger dessas coisa, mas eu falhei. Me desculpa por ter te humilhado assim…
-Cala a boca,Justin. A culpa não foi sua, e eu sou sua namorada, e você até me deu um anel para oficializar isso.- ela sorriu- Eu quero dizer, eu te amo e nós estamos juntos nisso, e em tudo, eu vou te apoiar em tudo, lembra no casamento do Mason , na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza…
-Até que a morte nós separe- terminei a frase mais calmo e sorrindo. - Se bem que nem a morte é capaz de separar a gente. 
Ela sorriu e suspirou.
-Nem a morte - ela sorriu e segurou a minha mão forte, sorrindo.
Ela sorria e eu sorria, era uma coisa estranha, não importa em que situação nós estejamos, se ela sorrir eu vou sorrir também.
Nós dois vivemos em um mundo que eu criei que às vezes eu queria que eu não tivesse criado, não tivesse participado, mas tem vezes que eu agradeço por ser um traficante, porque eu acho que eu nunca teria a conhecido se eu não fosse o vagabundo sem esperanças que eu era, se eu não tivesse fugido de casa, deixado a Caitlin e todo o resto da minha família que na época eu sentia tanta raiva, eu tenho certeza que não a teria conhecido, não teria conhecido o anjo que podemos dizer que se apaixonou pelo o espírito do mau, seria uma historia engraçada de ser ver, um anjo, que tem a sua vida como merda, mas mesmo assim um anjo e um espírito do mau vagabundo, que de repente encontra ela e eles vivem, com dificuldades, mas vivem, porque talvez anjos não tenham que ficar com anjos, talvez anjos sejam feitos para mudar a vida de espíritos do mau que só querem ter alguém que possa fazer com que a tal da esperança volte.
-Quem será que foi o desgraçado que me denunciou? - falei olhando para ela com raiva.
-Não faço a mínima ideia, pode ter sido qualquer um, você nao me disse uma vez que todos te odeiam? - ela sorriu.
-Cade eles ? - Perguntou uma voz conhecida, Barbara se levantou do banco e foi olhar, voltou pálida.
-Oque foi ?- falei preocupado
-É o Jake, ele esta procurando por nós ele sabe, justin.- falou baixo
-Então foi esse desgraçado que me denunciou ?!- Perguntei alterado.
-Calma, amor. - Ela falou apertando forte as minhas mãos algemadas, aquela algema nunca tinha pesado tanto, a raiva e a vergonha tinha tomado conta de mim, ele iria vê-la naquela situação ridiculo e a humilharia e eu não ia poder fazer nada. Respirei fundo e uma lágrima caiu, Barbara a secou e me deu um selinho.
-Fica calmo.
O nerd entrou na salinha de espera e sorriu malicioso.
-Oque você tá fazendo aqui?- Barbara perguntou.
-Vim assinar a denuncia, amor. -Falou com irônia. 
-Eu vou te matar - gritei e me levantei da cadeira, a empurrei forte ela se bateu na parede com força - desgraçado de merda, viado, filho de uma puta - gritei vermelho.
Barbara se virou para mim, e segurou o meu rosto, eu nao conseguia olhor nos olhos dela de tanta raiva que eu estava sentindo naquele momento, so conseguia fuzilar aquele nerd viado desgraçado que estava na minha frente.
Ela segurou o meu rosto e me obrigou a olhar para ela, olhei para os olhos dela com raiva dele.
-Fica calmo, como é que vc quer que agente resolva a situação se vc se altera toda vez que acontece alguma coisa? Se acalma - ela me repreendeu, ela tinha razão, mas era uma coisa que eu simplesmente nao conseguia controlar.
-Eu juro que eu to tentando - ela mexeu no meu cabelo - Barbara toda vez que agente ta feliz, ele acaba com tudo, ele nao se contenta que vc me ama, ele é um corno obcecado pr vc - disse ainda com raiva, como eu queria sentir aquele rosto angelical.
-Deixa ele- ela se virou para encara-lo - Eu te amo e ele não vai conseguir tirar você de mim - ela acariciou meu rosto e eu imediatamente me acalmei- eu te amo, justin. - Jake nos olhava com raiva, se aquelas malditas algemas não estivessem prendendo minhas mãos eu agarraria a Barbara bem na frente dele e depois socaria a cara dele.
Ele se controlou e falou :
- Você vai voltar pra mim, Barb.Eu prometo, eu vou fazer tudo para te ter de volta, tudo mesmo. É só tirar ele do caminho.-falou sorrindo com deboche para mim 
-Só se vc em passe de magica virasse o Justin - ela se virou e sorriu para ele ironicamente.
Eu sorri tambem, senti orgulho naquele momento, ele estava com o rosto vermelho de raiva.
-Eu sou mais parecido com ele do que vc imagina - ele olhou para ela com raiva.
Olhei para a Barbara confuso, como assim? ele? parecido comigo?? como?
-Vc é doido Jake - ela se virou para mim e ficou acariciando o meu rosto, fechei os olhos e me concentrei nas mãos macias dela tocando no meu rosto.
-Eu te amo Barbara - disse ainda com os olhos fechados, eu queria abraça-la, quando eu saisse de lá, isso seria a primeira coisa que iria fazer.
-Barbara - ele respirou fundo - você realmente perdeu o respeito por si mesma, quase transou com ele no casamento do Mason, foi ridículo.
-Eu não perdi o respeito por mim mesma, a culpa não é minha se um fio de cabelo dele consegue ser mais sexy que seu corpo inteiro - ela sorriu orgulhosa.
No momento que ela disse aquilo senti orgulho dela e muito mais orgulho de mim por ter simplesmente ter ela do meu lado nesse momento dificil, por simplesmente ter a conhecido e não ter deixado para lá, eu me orgulho de ter pedido o numero dela e ter tomado coragem de ligar para ela, pq se eu nao ligasse ela continuaria sendo uma pessoa importante para mim, que eu sentia muita atração, mas eu nao ia ter coragem de mais nada, ainda bem que eu não fui um idiota, me orgulho disso.
Tinham uns policiais na sala de espera que estavam prestando atenção no que estava acontecendo, havia uma mulher e eu vi ela sorrir com o que a Barbara falou, ela parecia estar se divertindo com a humilhação que o Jake estava passando, sorri tambem.
-Do que ta rindo? - ela me olhou confusa
-Da policial ali rindo da humilhação que o proprio Jake esta se proporcionando - sorri de novo e ela olhava para nós dois sorrindo tambem, Barbara olhou para trás e a policial acenou para ela, a Barbara retribuiu o aceno.
-Ela parece ser gente boa, vai que ela consegue te tirar daqui sem fiança? - ela sorriu.
-Obrigado - encostei minha cabeça na dela
-Pelo o que? - ela colocou a mão em volta do meu pescoço.
-Por ser a melhor namorada do mundo, nao sei o que eu estaria fazendo sem vc e obrigado por estar aqui comigo, mesmo sabendo que é perigoso e não deixando esse idiota, obrigado por ser a minha esperança de vida - ela sorriu de ponta a ponta e vi uma lagrima cair, ela nao falava nada, so sorria e o sorriso dela era o bastante.
-Justin Bieber- Falou o delegado saindo da sala- Pode entrar e a moça também.
O policial nos guiou até a sala onde estava o delegado e o escrivão.
-Sempre os jovens não é ? - falou o delegado- Vocês deviam estar fazendo faculdade . De qualquer maneira, me expliquem oque diabos vocês estavam fazendo com um fuzil.
-Era para caça, só isso.
-Ah e você caça ? -Ergueu a sobrancelha-Porte ilegal de armas não tem tanta pena como devia. Eu sou um homem ocupado demais, devia estar resolvendo um assassinato, mas não, to aqui com duas crianças que gostam de brincar com armas. 
-Ótimo, se vc esta odiando tanto estar aqui, me libera, eu vou embora e vc vai resolver o seu assassinato, senhor policial - disse ironico. 
-Minha equipe falou que você era abusado, mas não sabia que era tanto. Quer ser preso por desacato também ? 
-Amor vc podia ser um pouco mais calmo? - ela olhou para mim, revirei os olhos.
-Vou tentar - sorri ironico para o policial - eu quero sair daqui, vamos cabar com isso? - disse tentando nao ser irônico
-Delegado, desculpa ele, é que ele está um pouco irritado desde que os seus capangas chegaram la em casa, eles pegaram agente em um momento um pouco delicado - ela se sentou na cadeira e eu sentei na que estava do lado dela - ele so esta um pouco irritado.
Respirei fundo e continuei calado, tentando me acalmar, eu nao podia me irritar daquele jeito, eu iria estragar tudo se eu continuasse assim.
-Hum…-falou pensando - Você devia se comportar como sua namorada. Saber seu dobrar a orelha quando uma autoridade tiver falando . Vou te dar uma chance, me diz como você conseguiu a arma e por que tinha ela . 
-Eu sou do Canadá e eu costumava caçar com o meu avô no inicio da minha adolecencia, fugi de casa com 16 anos e vim para cá, sinti falta do meu avô e comprei a arma quando estava conhecendo a California, vi uns caras vendendo a arma e me lembrei do meu avô, foi por isso - eu podia nao sabe controlar a minha raiva, ms mentir eu sabia muito bem.
-E você pode me dizer de quem você comprou ?
-Eu nao me lembro muito bem, acho que era Tyler, acho que vcs devem conhecer um mascarado, as pessoas nao conhecem ele por nome, ouvi esse Tyler comentar no telefone, perguntando se era para vender para mim, ja que eu tinha 16 - disse sereno, tudo isso era verdade, so que eu havia perdido aquela arma faz muito tempo e pelo menos eu ia fuder com a vida da concorrencia.
-Tudo bem. Anotou o depoimento,Eddie ?- Perguntou para o escrivão.
-Sim, senhor.
-Dois mil dólares ou uma semana na cadeia. Qual vai ser ? 
Comecei a tussir chocado com o valor da fiança, eu tinha tudo aquilo, mas era muito dinheiro mesmo assim, muito dinheiro jogado fora pq o idiota do Jake não aguentou o chifre e me denunciou.
-O-o que? - falei tossindo de novo - tudo isso? - falei como se nao tivesse todo aquele dinheiro - é metade das minhas economias - menti.
-Amor se vc tem o dinheiro paga ué, vc prefere ficar uma semana na cadeia? sem mim? - ela disse sorrindo.
-Não tudo bem, eu pago mas, p** é muito dinheiro - suspirei mudando de posição na cadeira, as algemas ja estavam me machucando, eu tava encomodado, meu pulso estava cossando, que odio.
-Prefere a cadeia né ? Eddie chama o Marley e leva o senhor aqui para a cela .
-Não calma- Barbara interferiu- ele vai pagar. Liga para o Chaz trazer o dinheiro . 
-Pega meu celular no bolço amor - disse olhando para o bolço, ela pegou e começou a procurar - amor e se eles tiverem... vc sabe - sorri e ela tambem.
-Mais um motivo para mim zoar a Amber - ela gargalhava com o celular no ouvi esperando eles atenderem - ta demorando, eu acho que eles estão meio ocupados - ela gargalhou e tentou segurar as risadas enquanto o delegado estava lá.
-Vc acha? - tentei me conter - agente tambem estaria - mordi o labio.
-Bobo- ela sorriu com vergonha.
-Eu continuo aqui - falou o delegado
-Desculpa- falei 
- Seria ótimo se vocês controlassem esses hormonios e tivessem um pouco mais de respeito… 
-Eu acho que quando se ama, do jeito que eu amo ela, nao tem como controlar isso por muito tempo, seu delegado, com todo o respeito - disse olhando para ele.
Olhei para a Barbara logo em seguida, ela estava vermelha e toda boba olhando para mim.
-Que seja. Vai demorar muito? Eu tenho um assassinato e um roubo para resolver. - Se levantou da cadeira se retirando da sala- Espero que fique de lição e vocês nunca mais apareçam na minha frente . 
-Se eles atenderem o telefone - ela disse e logo em seguida falou: - Oi Chaz?
-Agente ta na delegacia e eu preciso que o Chaz vá pegar dois mil dolares na casa do Jus, ele sabe aonde está - disse ela calma - quando vcs vieram aqui agente explica, bjo, vem logo.
-Você me fez passar vergonha,Justin- ela riu e acariciou meu rosto- Acho que a gente tem que aprender a controlar isso. 
-Eu? controlar? talvez - pisquei para ela - nao posso fazer nada se vc nao resiste ao seu amor aqui - sorri.
Era como se mais ninguem estivesse ali, eu começava a falar com ela como se nos dois estivessemos sozinhos, em casa, na nossa casa, era impossivel conseguir ficar calado enquanto ela estava no mesmo lugar que eu.
-Você precisa se controlar, Justin, não viu o delegado falando? Sério, até o Jake deu lição de moral por essa nossa ninfomania - ela riu 
-Ninfomania amor? - comecei a rir - eu nao tenho isso, se eu tivesse nao tinha aguentado 2 meses no começo do nosso namoro, cara 2 meses, eu te amo muito, vc tinha era que agradecer por eu ter conseguido - sorri maliciosamente para ela.
-Ah tá arrependido agora é ? Bom saber. - fez cara de ofendida 
-Eu? Arrependido? quando se tem Barbara e sexo na mesma frase, a palavra arrependimento nao existe, coisa linda - sorri para ela
A dor que as algemas estavam me proprorcionando ficaram amenas em quanto eu falava com ela, ela me distraia de qualquer dor, de qualquer situação tensa, ela era incrivel, eu ainda nao consegui entender o pq, pq um anjo desse esta comigo e o pq, pq meu corpo, meus pensamentos agem por inpulso, agem como se fosse natural, se acalma quando ela entra no local, quando ouço a doce voz dela, quando toco aqueles labios, quando sinto o seu corpo junto ao meu, é como se nada mais existisse, somente eu e ela, no mundo que eu criei para nós dois.
-Eu acho que valeu a pena esperar, porque se não fosse com você não teria sido tão perfeito e certo com nenhuma pessoa do mundo, sabe por que ? Porque eu te amo muito e isso um dia vai acabar comigo. 
-Um dia isso acaba com nós dois, mas vai demorar muito, talvez quando agente morrer ou talvez até depois disso ou então, nem aconteça, porque amor não acaba com agente, constrói - sorri para ela e senti uma imensa vontade de beijar ela, segurar aquele pequeno rosto e sentir o beijo dela tomar conta de mim - que merda, essas algemas, quero te tocar, merda.
O escrivão tinha saído junto com o delegado então se ela me beijasse não teria problema mas aquelas algemas não me permitiam segurar ela.
-Calma- ela sorriu e se aproximou, mordeu o lábio e sentou no meu colo, passou a mão na minha nuca e encarou meus lábios, eu estremeci e enquanto ela mexia no meu cabelo, ela olhou no fundo dos meus olhos e me beijou. 
Ela me beijava de um jeito especial, calmo e quieto, cheio de amor, me fez lembrar de antes da gente ter transado, nossos beijos normalmente eram assim, ela começava a me beijar calma e eu todo agressivo, como sempre, mas era diferente e foi como ela disse, foi no momento certo, tinha que ter sido naquele sia, naquela hora, naquele instante, pq foi simplesmente perfeito, foi doce e calmo, assim como os olhos dela.
Me esqueci que estava com alguemas e puxei as minhas mãos com o objetivo de colocar a mão na nuca dela, mas eu nao consegui, so machuquei a minha mão, mas eu nao liguei, a continuei beijando, calmo, assim como da primeira vez, calmo, sereno, como as ondas do mar no fim da tarde.
Eu queria beijar ela desse jeito mais vezes, sem malicia, o sexo era muito bom, mas sei la, esse beijo é especial, aquele beijo que faz com que eu me lembre, de quando fazia as coisas sem saber que teria nada em troca e mesmo assim fazer e aproveitar cada momentinho que eu tinha, eu iria beija-la assim mais vezes, eu iria beija-la com calma, me lembrando da primeira vez, a beijando como se fosse a primeira vez, pq eu a amo e vou ama-la pelo o resto da vida.
-Eu te amo- ela falou afastando os lábios dos meus- Eu te amo muito e eu tenho certeza de que sempre vou amar. 
-Eu te amo muito mais e nao vou sair do seu lado nunca, nao importa o que aconteça, promete para mim que nao vai me deixar pq eu sou um idiota? - olhava para ela esperando a resposta, eu sou um idiota e eu quero que ela lute por mim, pq se ela nao lutar, quem vai? Nem eu faço isso e ela é a unica que faz isso, que me da as esperanças necessarias para viver, que dá tudo que eu preciso, eu preciso dela, mais que tudo.
-Eu sempre vou lutar por você seu idiota. O Chaz tá demorando e eu quero continuar oque os policiais interromperam- ela gargalhou-Sua mania pega 
Sorri alto e ela tambem.
-Depois sou eu o ninfomaniaco - sorri ainda mais - liga para ele, que coisa, a algema ta machucando, eu quero poder pelo menos segurar a tua mão e principalmente terminar o que agente tava fazendo, se eu pudesse bem na cara do Jake - disse o nome dele com raiva.
{...}
Esperamos uma meia-hora até que Chaz chegou.
-O que aconteceu? – ele perguntou, a cara dele não estava nem um pouco boa.
-O desgraçado do Jake me denunciou e acharam o meu fuzil. Que cara é essa Chaz? – ele não respondeu, foi até o balcão da delegacia e chamou a assistente do delegado.
Fomos até o “fórum” que ficava dentro da delegacia, pagamos a fiança e eu assinei um documento, provavelmente devia ser a minha autorização para sair dali, o que era ridículo já que não tinham razões nenhuma para me prender por causa de uma arma, afinal que tipo de ser humano não tinha uma?
-Até a próxima – falou o policial com o sorriso irônico no rosto.
Nem respondi a provocação ridícula dele, só sai ignorando aqueles idiotas, abracei a Barbara de lado enquanto íamos para o estacionamento.
-Falei que ia dar certo – ela sorriu e eu beijei a bochecha dela.
-Anda Justin! – gritou o Chaz já dentro do carro.
-Calma cara – ri e entramos dentro do Ranger dele – desculpa ter te atrapalhado – ri, mas ele não – Que foi cara? – perguntei.
- O Logan foi preso, ferrou tudo Justin.
- O Logan o que? – engoli a seco.

Gente linda, amo muito vocês, muito obrigada por lerem, eu sei que é chato e as vezes da preguiça, mas agente precisa saber quem ta lendo, agente precisa que vocês comentem para agente saber se alguém lê.
Por favor comentem, amo vocês.
+2 comentários



2 comentários:

  1. PRECISO NEMF ALAR QUE FICOU PERFEITO NÉ! CONTINUA AUSHUAHSUASAS TA MUITO DEMAISSSSSSSSSSS O JUSTIN TEM PRECISA NECESSITA LEVAR A BARBARA COM ELE AUSUASAS

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  2. esqueci de colocar meu tt @anjinhadobieber

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