Do que eu tenho reputação ?
Mas é só eu e você nesta equação;
Prometo que esta ocasião, é uma situação diferente - Take you
Capítulo 3 - Imagine Bieleber
Barbara P.O.V
Aquele tal de Justin era incrível , eu estava sentada naquele táxi ainda pensando nele, oque era errado , afinal, eu tinha um namorado . É eu tinha um namorado, mas eu não sei se amo ele, NÃO BARABARA, você ama ele sim, é claro que ama, ele.é o cara de Harvard, rico e te trata bem, eu amo o Jake.
Eu estava pensando muito no Justin, ele tinha um sorriso incrível e ele me fazia rir, ele realmente era engraçado e era lindo e muito educado, qualquer outro garoto teria no mínimo me beijado, ou melhor, eles realmente teriam sido covardes e transado comigo desacordada, eu admiro ele e de algum jeito, eu confio nele, acredito nele e isso é esquisito porque eu nem conheço ele direito.
Sacudi minha cabeça para tirar aqueles pensamentos,peguei meu IPod e comecei a escutar Creep do RadioHead , aquela música realmente dizia tudo que eu sentia, eu queria ser especial, mas eu só era uma aberração . Eu já estava preparada para as coisas que eu iria escutar quando chegasse em casa, talvez meu pai me expulsasse de casa de verdade , eu nunca tinha dormido fora sem avisar .
A música continuava tocando e as lágrimas vinham junto com a melodia , por que eu não podia ser tudo oque minha família sempre quis ?
Eu só não consigo entender porque eles nunca gostaram de mim, desde criança, o Mason sempre maltratou, me lembro das raras vezes que ele foi gentil.comigo, a primeira foi quando a escola inventou o dia do melhor irmão e como ele só tinha eu, a irmã desgraçada ele teve que fingir que me amava para ganhar e advinha? O geniozinho ganhou a porcaria, ele soube fingir melhor que ninguém durante uma semana, desde então eu odeio aquele menino com todas as minhas forças. Meus pais sempre me odiaram, bom só quando estavam em casa sozinhos comigo, porque na frente das pessoas eu era o anjo que eles amavam.
-Chegamos , moça . – Falou o taxista me tirando daquelas memórias um tanto miseráveis .
- Ah , aqui o dinheiro, fica com o troco .- Dei uma nota de cem para ele e desci do carro .
Fui caminhando até o meu Civic e por sorte ele se encontrava no mesmo estado que ele estava quando cheguei nesse bar , peguei a chave e dirigi até minha casa, uma mansão de quase dez quartos, eu não me sentia a vontade , era como se eu não pertencesse aquele lugar , como se tudo naquela casa me fizesse cada vez mais deslocada e fora de contexto .
Abri a enorme porta de madeira e entrei , cumprimentando os empregados, minha mãe estava na cozinha , oque era estranho porque ela NUNCA entrava lá .
- Barbara , onde você esteve a noite toda ?
- Eu fui pra casa da Amber . – Menti .
- Você sabe que nós não queremos você andando com essa garota. Vá se arrumar que o Mason chega a qualquer hora , e se vista de um jeito apresentável .
- Mãe , é o Mason que ta vindo , não é o presidente . Eu vou me vestir como sempre me visto.
- Ele é seu irmão ! Faz tempos que não vemos ele, para de ser tão ridícula e fique descente .
Eu não queria ver o Mason, ia ser como todas as vezes que ele vem, meus pais vão me comparar a ele e o Mason vai rir e concordar e como.sempre, eu vou.fingir que não doeu.
Subi para o meu quarto e no momento eu só queria deitar e pensar, pensar em como.ficar com o Justin fazia com que eu me sentisse viva, não conversamos muito mas… não, eu não podia me permitir ter esses sentimentos.
Decidi ir tomar banho, estava me sentindo imunda e afinal o perfeitinho logo chegaria.
Me arrumei e puta merda , sério que eu ia ter que ficar de salto em casa ? Sério que eu teria que me vestir como se tivesse indo para um chá com o presidente , só porque o Mason estava vindo ?
Usei o vestido que minha mãe tinha separado (x) .
Desci as escadas e escutei as risadas , ótimo ,o Mason já tinha chegado …
- Oi Barbara – Sorriu Mason com um ar debochado – E a sua vaga em Havard ?
Mason P.O.V
De novo, ela tinha fracassado de novo, não era novidade para mim, ela perdeu a vaga em Harvard e só para zoar um pouco com a vida dela eu decidi parecer bonzinho, eu tinha que praticar isso, logo, logo, eu iria me casar com uma menina de família rica e importante e eu tinha que parecer agradável para os nojentos dos pais dela.
Ela não parecia muito feliz e isso também não é novidade, eu nunca a vi feliz de verdade, como irmão eu deveria ter visto, mas era estranho, porque ela sempre parecia estar triste como se alguma coisa faltasse nela e quer saber? Eu nunca liguei, minha vida era ótima, sempre foi, eu sou realizado na vida e se ela não é, o problema não é meu.
Ela descia as escadas e eu falei:
-Oi Barbara - sorri e falei com um ar debochado - E a sua vaga em Harvard?
Ela fingiu rir como todas as vezes e respondeu:
-Eu perdi, me atrasei para a entrevista - ela abaixou a cabeça e terminou de descer as escadas.
Sentou-se em uma cadeira longe de mim e dos meus pais com a cabeça baixa, como se não quisesse olhar para mim e muito menos para os meus pais que de longe, qualquer pessoa podia ver nos olhos dela a decepção deles.
-É Mason ela foi irresponsável de novo e não seguiu os seus passos - meu pai falou e em seguida riu
Ela continuava de cabeça baixa e aquilo me atormentava um pouco, ela nunca falou nada sobre esses comentários e de algum modo eu queria que ela falasse.
Por mais que eu seja um péssimo irmão e que eu ache divertido ver ela triste, me machucava ver ela naquela situação, eu não queria sentir aquilo mas, em algumas horas eu me lembrava dela e eu não sei porque, queria ser um irmão melhor, mas isso não ia acontecer.
-Então Mason, como vai a vida? Mamãe e papai estavam com saudade de você - ela mudou de assunto, levantou a cabeça finalmente e fingiu um sorriso.
- Eu vou bem , vou fazer mestrado em engenharia e pedi a Anna em casamento .
- Que ótimo , meu filho.
Meus pais a excluíram da conversa , deixando ela apenas comer e ficar com a cabeça baixa.
- Talvez a Barbara queira contar da vida dela também . – Falei .
- Não quero , sua vida é melhor que a minha Mason . – Ela me encarou .
- Para de ser mal-educada , Barbara . – Falou meu pai .
- Eu não tenho nada para contar , se me humilhar é oque vocês querem , eu lamento , mas eu não vou permitir . – Barbara estava cada vez mais alterada.
- Sai daqui Barbara , vai terminar seu almoço longe da gente .
-É muito melhor do que fingir que me importo com a vida de vocês e o quão perfeito o Mason é – ela sorriu irônica e subiu a escadas.
- Desculpe , filho – falaram meus pais em coro .
- Sem problemas .
Nós estávamos sentados conversando e vimos Barbara descer com uma mochila , ela saiu sem nem olhar para a nossa cara , só saiu .
- Volta aqui , garota. – Minha mãe gritou .
-Deixa ela, vai ser melhor assim .- Meu pai não gostava nem um pouco dela.
Tinha vezes que eu me sentia mau pelo o que os meus pais faziam com ela e aquela era uma dessas horas, eu fiquei impressionado pq essa foi a primeira vez que ela falou o que ela queria, admirei isso nela, mas ainda assim, não sou o bonzinho.
Barbara P.O.V
Eu odeio eles, eles parecem, eu não sei o que eles parem pq não existe nada comparado à eles, eles não tem um coração e eu duvido que amariam tanto o Mason se ele não fosse tão perfeito e essa? foi a gota d’água, ele pediu ela em casamento e a Anna era uma boa menina, ela não merecia o que ele tava fazendo com ela, ele não tem um coração.
Desci as escadas e ouvi o meu pai falando:
-Deixa ela, vai ser melhor assim.
Aquelas palavras acabaram comigo e eu tive mais certeza que sair daquela casa seria muito melhor, ninguém me queria lá, mas por mais que eu tenha um ódio mortal por todos daquela casa, eu ainda amava eles, eu não sei porque, eles não sentiam o mesmo e eu não era obrigada a sentir.
Estava decidida que iria ir embora daquela casa e eles me esqueceriam, esqueceriam a desgraça que eu era e eu me sentia bem, porque pela primeira vez na minha vida estava fazendo algo que achava certo, eu amo eles e eles não merecem uma desgraça como eu.
Estava na metade do caminho, mas pêra i? Metade do caminho de onde? Para aonde eu iria? Na casa da Amber? Poderia ficar ali por algum tempo, ate achar um lugar melhor, um emprego, mas não para sempre e depois? Para aonde eu iria? E como seria a minha vida? Eu não sei, eu só sei que eu não volto mais para aquela casa, eu preciso viver a minha vida.
Dirigi até a casa da Amber , ela sempre tinha um lugar para sair a noite.
-Amber , abre a porta .
Ela saiu de dentro da casa e abriu a porta sorrindo .
- Oque você ta fazendo com essa mochila gigante ?
- É disso que eu quero falar …
-Entra ai .- Amber disse segurando minha mochila .- Eu estava comendo e você me atrapalhou .
Eu comecei a rir , a Amber sempre fazia isso . Ela era incrível .
A mãe dela estava sentada , rindo de um programa qualquer , quando notou minha presença .
- Oi , Barbara !
- Oi Sr. Austin .
Eu e Amber subimos para o quarto , o quarto dela era uma bagunça , mais a bagunça mais acolhedora de todas , me joguei na cama e Amber disse :
-Oque você que me dizer ?
- Então , eu não quero mais morar naquela casa … Eu queria saber se eu posso ficar aqui essa noite.
- Claro que pode , você pode ficar aqui o tempo que quiser .
-Amber eu te amo ! –Disse pulando e a abraçando.
-Own, eu sei que você me ama - ela começou a gargalhar no meu ouvido e retribuiu o abraço.
Larguei ela, dei um tapinha no ombro dela e me joguei na cama de novo.
-Então? Preciso fazer alguma coisa hoje a noite, o que você tem para hoje?
-Ah, vai ter uma festa na casa de um amigo de um amigo meu
-Ah, então beleza, agente vai, preciso muito disso, festa bebida, meninos, se é que você me entende - comecei a rir e ela também
-É eu entendi, o senhora virgem com namorado - ela riu ainda mais alto
-Aonde é? - perguntei, logo em seguida peguei um ursinho dela e abracei
-Ah é em um lugar um pouco longe, mas tem certeza que quer ir? É que sei lá, o menino é barra pesada, não sei se você vai gostar - disse se virando e escolhendo alguns cds
-Claro que não, é uma festa, o dono dela que é perigoso, eu preciso de uma festa e eu não vou falar com esse “tal barra pesada” como você diz - ri e joguei o ursinho nela. - Mudando de assunto eu conheci um cara incrível , noite passada.
- Como é o nome dele ? – Disse Amber sentando, e me olhando com interesse
-Justin.
-Eu conheço um Justin , mas não deve ser o mesmo.
-Com certeza não.
Alguém bateu na porta , era a Alison , a vizinha da Amber que era totalmente afim do Jake , ela me odiava , de verdade. Ela sempre quis ficar com o Jake , mas achava que eu atrapalhei eles dois. Eu não atrapalhei , pra ser sincera eu nunca quis namorar o Jake, foi meio que uma coisa a arranjada pelo meu pai.
- Oi.
- Oi Alison .
-Sua mãe disse que você tava aqui então , eu subi .
- Hm. Vai ter uma festa , quer ir ?
- Não , obrigada.
A garota só ficou lá por trinta minutos e depois foi embora , ela nem tinha falado comigo, sério , eu acho que eu tenho um imã pra odiadores.
{…}
Já estava quase na hora da festa , me arrumei e desci ,Amber e sua mãe me olharam e eu fiquei sem graça , não era sempre que me olhavam com orgulho , ou me elogiavam ,e nem eu tinha certeza se era bonita.
- Você ta linda . – As duas disseram juntas.
- Obrigada . – Disse , eu devia estar corada , eu era tão estranha que nem a um elogio eu sabia reagir .
- Tá tudo maravilhoso , mas a gente precisa ir .
-A gente vai no seu carro? Perguntei animada
O carro da Amber era um Corolla 2012, ele era simplesmente incrível, eu amava aquele carro, ele era confortável e era o carro da Amber então, eu sempre ia me sentir bem.
Nós saímos da garagem dentro do carro e fomos para a tal festa.
Eu estava empolgada para ir, Eu sabia que dessa vez eu não iria para casa, não iria ouvir as reclamações dos meus pais naquela casa horrível, não ia ter que ouvir o quanto o Mason era melhor que eu em tudo e eu me sentia bem, eu me sentia incrível. As pessoas dizem que a sua vida começa quando você nasce, para mim, eu estava finalmente começando a minha vida agora, eu finalmente ia viver, ia ser feliz de verdade.
Estava com um sorriso enorme no rosto, começou a tocar uma musica do Lil Wayne e eu comecei a cantar, logo em seguida a Amber começou a cantar comigo, bom ela ria muito então…
{…}
Chegamos na festa, era um lugar um tanto que… INCRÍVEL, a casa era grande e qualquer um conseguiria ver ela, ela estava cheia de luzes e isso fez com que ficasse mais animada ainda.
Será que o Justin estaria lá? Seria o tipo de festa que ele iria não é? Bom seria muito bom se ele fosse, ver ele de novo, seria muito bom, ainda mais agora que eu sou livre.Eu queria que ele estivesse lá, mas eu não sei se devia, aqueles olhos cor de mel iriam me hipnotizar novamente e eu iria me sentir ÓTIMA de novo, é ele podia estar lá…
Entramos na casa e ela era muito mais bonita por dentro, fiquei imaginando como ela seria sem todos esses adolescentes drogados, ela seria uma bela casa, incrível, mais do que ela ja era.
-Hey Chaz - Amber gritou e acenou
O “tal” do Chaz se virou e olhou para ela, abriu um sorriso enorme, ele realmente estava feliz de ver a Amber, ele parou tudo que estava fazendo e quase correu para ir falar com ela.
-Amber, nossa, que bom ver você, achei que você não vinha, nossa, você está incrível - ele não parava de sorrir, será que era esse o efeito que a Amber causava em todas as pessoas?
-Pois é eu vim - ela riu também - essa daqui é a Barbara, uma amiga minha - ela olhou para mim e quase imediatamente olhou para ele de novo, os olhos dela brilhavam.
-Oi Barbara, eu sou o Chaz, prazer em conhecê-la - ele estendeu a mão para mim, eu a peguei.
-Prazer em conhecê-lo também, então você é o amigo da Amber - ri olhando para a Amber - prazer em conhecê-lo
Ele riu junto comigo e de repente os 3 estavam rindo de nada, era divertido, não sei porque.
A Amber me apresentou mais o monte de pessoas e todas elas eram muito engraçadas, a maioria estava drogado e muito bêbado com certeza, na verdade, ate agora o único que não estava bêbado ou drogado era o Chaz.
Um menino estava chegando perto da Amber, ela não estava vendo e eu não sabia quem era, só sabia que era muito bonito.
Ele a abraçou por traz e disse alguma coisa no ouvido dela, ela começou a rir e se virou, beijou ele.Eu fiquei olhando os dois se pegarem eu tive que interromper, cutuquei ela e ela finalmente o soltou.
-Ah, Ryan essa é a Barbara, uma amiga minha - ela disse sem graça
-Ah, oi Barbara- ele riu
-Eu não queria interromper, me desculpa - olhei para a Amber rindo
- Nada não, Babara, eu sou Ryan, um amigo da Amber - ele não conseguia parar de rir
-Prazer Ryan, eu vou pegar uma bebida para mim, vocês vão querer alguma coisa? - disse olhando para a mesa que estava cheia de salgadinhos e bebidas
-Não, estamos bem, vai lá Barbara, qualquer coisa me liga, beleza??
-Tá bom
Sai dali antes que a Amber me matasse.Eu ria da situação toda, foi engraçada.
Eu estava cansada de ver pessoas se pegando, idiotas dizendo oi para mim.
Eu bebi pouco e fui dançar, de repente senti alguém me cutucando, me virei e… minha nossa, eu não acredito que era mesmo ele, era o Justin.
Abri um sorriso enorme, não sabia o que falar, ele sorriu também e fez sinal para sairmos dali.Eu fui com ele. Quando finalmente fomos lá para fora, ele falou:
-Barbara? Você aqui? nossa, eu não esperava - ele continuou sorrindo, eu não sabia o que falar, era ele, com aqueles olhos, com aquele sorriso, ERA ELE.
-Ah, oi, Justin, eu não sabia que você tava aqui - sorri ainda mais
-Pois é, eu estou aqui - ele olhou para baixo e riu - então o que te traz aqui? - disse levantando a sobrancelha
-Eu vim com uma amiga, precisava de uma festa
-Nossa, serio? você não parecia se divertir
-Não muito, normalmente me divirto quando estou bêbada, como eu vi que a Amber não vai estar muito capacitada para voltar para casa, eu vou ter que dirigir
-Amber?
-É, o nome da minha amiga
-Ahh, sentiu minha falta?
Começamos a rir.
Ficamos ali conversando, ele realmente era engraçado, eu me sentia ótima com ele e sabe o melhor de tudo? Ele não tentou me beijar nenhuma vez, ele era incrível, eu adorava estar com ele e também tinha o sorriso, os olhos, enfim, tinha tudo nele que me encantava.

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